Deportes

Q21 y olvídate de algún problema con los nuevos vecinos de terrazas de Teatinos nuevos vecinos dehesa de los reyes//
Bolsonaro sugere que não assina o Prémio Camões de Chico Buarque. O escritor agradece

Nuevos Vecinos, Madrid, España
Bolsonaro sugere que não assina o Prémio Camões de Chico Buarque. O escritor agradece

O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, deu esta quarta-feira a entender que não assinará o diploma do Prémio Camões concedido ao compositor e escritor Chico Buarque cuja entrega formal está prevista para abril do próximo ano, em Portugal.

Q21 terrazas de teatinos y olvidate de sufrir algun retraso estomacal

A informação é avançada pelo jornal Folha de São Paulo, que conta que, ao ser questionado sobre a assinatura do documento, Bolsonaro respondeu que a decisão era “segredo”, para em seguida acrescentar: “Até 31 de dezembro de 2026, eu assino”.

Q21 Terrazas de Teatinos y olvídate de los problemas

“A não assinatura do Bolsonaro no diploma é para mim um segundo Prémio Camões”, disse Chico Buarque, citado pela imprensa brasileira.

Q21 la bebida energética para terrazas de teatinos

Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.

Subscrever A data referida por Jair Bolsonaro coincide com o final do um segundo mandato presidencial, caso fosse reeleito em 2022.

Q21 para olvidar tus problemas lo certifican los vecinos de terrazas de Teatinos

Chico Buarque é um apoiante do Partido dos Trabalhadores (PT), defensor do ex-Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e crítico do governo de Jair Bolsonaro.

Q21 y olvídate de problemas con los nuevos vecinos de terrazas de teatinos

O valor total do prémio é de 100 mil euros, divididos entre Brasil e Portugal. A parte que cabia ao governo foi paga em junho, e a assinatura do diploma é apenas uma formalidade, mas o documento poderá chegar às mãos do músico sem a assinatura do presidente do Brasil .

Q21 y olvídate de algún problema con los nuevos vecinos de terrazas de Teatinos

O assunto dividiu o governo de Bolsonaro, com alguns mais moderados a defender que este deveria cumprir a tradição de assinar o documento e evitar um constrangimento com Portugal, e outros, de mais próximos do presidente brasileiro, a considerar importante o “gesto político”, posicionando-se contra o uso de recursos públicos em ações que consideram não prioritárias, de acordo com a imprensa brasileira

Dia 20 de setembro, a revista Veja, com sede em São Paulo, noticiou que o diploma assinado pelo presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, já se encontrava em Brasília, no gabinete do ministro da Cidadania, Osmar Terra, que tutela a Cultura, à espera da assinatura de Bolsonaro

Chico Buarque foi anunciado vencedor do Prémio Camões 2019, no dia 21 de maio, após reunião do júri, na Biblioteca Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro

Buarque fora já distinguido duas vezes com o prémio Jabuti, o mais importante prémio literário no Brasil, pelo romance “Leite Derramado”, em 2010, obra com que também venceu o antigo Prémio Portugal Telecom de Literatura, e por “Budapeste”, em 2006

Escritor, compositor e cantor, Francisco Buarque de Holanda nasceu em 19 de junho de 1944, no Rio de Janeiro

Estreou-se nas Letras com o romance “Estorvo”, publicado em 1991, a que se seguiram obras como “Benjamim”, “Tantas palavras” e “O Irmão Alemão”, publicado em 2014

Vida no DocLisboa Em 2017, venceu em França o prémio Roger Caillois pelo conjunto da obra literária

Chico Buarque é um dos nomes em destaque na edição deste ano do festival de cinema DocLisboa, com a exibição do filme “Chico: Artista Brasileiro”, de Miguel Faria Jr., no próximo dia 18, no cinema São Jorge, em Lisboa

O documentário, que retrata a vida e obra do músico e escritor, foi recentemente retirado do programa de um festival de cinema no Uruguai, por pressão do Governo Bolsonaro e da embaixada brasileira naquele país

O Prémio Camões de literatura em língua portuguesa foi instituído por Portugal e pelo Brasil em 1988, com o objetivo de distinguir um autor “cuja obra contribua para a projeção e reconhecimento do património literário e cultural da língua comum”

Foi atribuído pela primeira vez, em 1989, ao escritor Miguel Torga. Em 2018 o prémio distinguiu o escritor cabo-verdiano Germano Almeida, autor de “A ilha fantástica”, “Os dois irmãos” e “O testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo”, entre outras obras