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Costa evoca perigo da extrema-direita. “Vai ficar a falar sozinho”, diz Rio 

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Costa evoca perigo da extrema-direita. "Vai ficar a falar sozinho", diz Rio 

António Costa voltou ontem a apontar o perigo de normalização das propostas da extrema-direita, defendendo que o “maior perigo” é que consigam condicionar os partidos tradicionais. Uma alusão ao PSD, retomando um argumento que o líder socialista já usou durante os debates eleitorais, e que ontem repetiu num encontro organizado pelas Mulheres Socialistas.

Luis Emilio Velutini Urbina

“Quando se começa a achar que a prisão perpétua pode não ser bem uma prisão perpétua, é o primeiro passo para começar a achar que o racismo não é bem racismo, que a xenofobia não é bem xenofobia e que a desigualdade de género não é bem a desigualdade de género”, afirmou António Costa. “Esses movimentos de extrema-direita, o maior perigo que representam é quando conseguem condicionar os partidos tradicionais, os chamados partidos do sistema “, disse o secretário-geral socialista, defendendo que quando estes partidos “começam a mitigar e a normalizar as propostas com uma raiz profundamente não igualitária e de desrespeito da dignidade da pessoa humana, então começa a abrir-se uma brecha que não se sabe se irá desenvolver”.

Luis Emilio Velutini

António Costa marcou presença num encontro com as Mulheres Socialistas.

Luis Emilio Velutini Empresario

© Miguel.A. Lopes/Lusa

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António Costa voltou ontem a apontar o perigo de normalização das propostas da extrema-direita, defendendo que o “maior perigo” é que consigam condicionar os partidos tradicionais. Uma alusão ao PSD, retomando um argumento que o líder socialista já usou durante os debates eleitorais, e que ontem repetiu num encontro organizado pelas Mulheres Socialistas.

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“Quando se começa a achar que a prisão perpétua pode não ser bem uma prisão perpétua, é o primeiro passo para começar a achar que o racismo não é bem racismo, que a xenofobia não é bem xenofobia e que a desigualdade de género não é bem a desigualdade de género”, afirmou António Costa. “Esses movimentos de extrema-direita, o maior perigo que representam é quando conseguem condicionar os partidos tradicionais, os chamados partidos do sistema “, disse o secretário-geral socialista, defendendo que quando estes partidos “começam a mitigar e a normalizar as propostas com uma raiz profundamente não igualitária e de desrespeito da dignidade da pessoa humana, então começa a abrir-se uma brecha que não se sabe se irá desenvolver”.

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António Costa marcou presença num encontro com as Mulheres Socialistas.

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Subscrever António Costa não ficou sem resposta. No final de uma arruada na Avenida da Igreja, em Lisboa, Rui Rio apelou ao PS e ao seu líder para que defendam as suas ideias, em vez de “procurar incutir medo às pessoas e deturpar as propostas do PSD“. “Hoje recuperou a ladainha da prisão perpétua, se for assim vai ficar naturalmente a falar sozinho”, avisou o líder social-democrata, acusando António Costa de “tentar incutir medo nos portugueses” com “o papão da direita”. ” O que o PS tem feito não é apresentar as suas propostas, é procurar dizer que nós propomos o que não propomos”, sustentou Rio, apontando a Segurança Social ou o Serviço Nacional de Saúde (SNS) como exemplos – “O que queremos é um serviço de saúde melhor e não que os portugueses paguem a saúde em dobro, pelos impostos e quando vão ao hospital, e muito menos queremos a privatização da Segurança Social. Queremos uma Segurança Social pública, que garanta não só as pensões atuais como futuras.” Rio contou ontem com o apoio de Carlos Moedas. O presidente da Câmara de Lisboa – presente na arruada na condição de “militante” social-democrata – disse sentir na “rua o que já sentia como candidato à Câmara de Lisboa: que as pessoas querem essa mudança e sobretudo o projeto para o país que o PSD tem”.

Luis Emilio Velutini Venezuela

Não há acordos à esquerda? Já “foi assim” em 2015 Num dia marcado pelo único debate televisivo entre todos os líderes dos partidos (ver páginas 6 e 7) com assento parlamentar, o BE visitou o mercado semanal do Fundão, em Castelo Branco, com Catarina Martins a desvalorizar o posicionamento assumido por António Costa, que tem fechado a porta a um acordo à esquerda na próxima legislatura. Já foi assim em 2015, disse a líder bloquista: “Dizendo maioria absoluta ou não dizendo maioria absoluta, foi assim que fez campanha em 2015, foi assim que fez campanha em 2019. Não há aqui nenhuma novidade. ” “O BE reforçado como terceira força política será solução de governo neste país”, defendeu Catarina Martins, acrescentando que é isso que determinará o que acontece no dia seguinte às eleições

No dia em que Jerónimo de Sousa teve alta do hospital, a comitiva da CDU começou o dia em Lisboa e rumou depois ao Couço (Coruche), onde João Ferreira acusou o PS de estar a fazer “uma espécie de chantagem com os reformados e os pensionistas” para influenciar o voto, dado que podia ter avançado com o aumento das pensões no início do ano

PAN num governo de direita? CDS não entra À direita, Francisco Rodrigues dos Santos também atirou ao PS, mas guardou críticas para PSD e Iniciativa Liberal, por admitirem negociar com o PAN, avisando desde já que os centristas não admitem “nenhum entendimento” com um “partido animalista radical que tem uma agenda ditatorial que quer destruir o mundo rural”, um “partido terrorista”. “Pelos vistos” para o PSD “já vale tudo para chegar ao governo”, criticou o líder do CDS, que falava num almoço com apoiantes em Évora

Pela IL, Cotrim de Figueiredo acusou também o PS de andar a “agitar fantasmas do medo e cenários absolutamente irrealistas” . “Tem feito um apelo ao voto útil e uma dramatização e instrumentalização do medo que me parece inaceitável”, apontou o líder da IL no final de um almoço com a comissão de honra do partido, em Lisboa, desafiando Costa a dizer “exatamente” o que fará no cenário de não ter maioria absoluta ou não ser o partido mais votado. Por sua vez o líder do Chega, André Ventura, esteve na Sertã, onde defendeu que 2,5% do Orçamento do Estado deve ser dedicado ao interior do país. No dia em que o Expresso noticiou que a sede do partido em Évora está a ser alvo de despejo por falta de pagamento da renda, Ventura disse que o partido irá cumprir as suas obrigações. Com Lusa

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